Revolução Cultural

•25/04/2009 • Deixe um comentário

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A Revolução Cultural

Antes de qualquer coisa, o que é cultura?

São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identifica uma sociedade.

A revolução cultural da época de 60-70 foi um movimento dehippies55 contracultura um movimento de quebras de valores, crenças, regras morais, foi uma época em que os jovens, experimentavam o que é Liberdade e difundiram suas novas “culturas”.

Ta eu sei o que e cultura mais como aconteceu?

old-tv-setAntes da época de 60, os jovens não tinham contato com outras pessoas de outros lugares, ou seja um menino que morava na Grécia não tinha noção alguma de como um menino Estadunidense vivia.
Porém com o rádio, a televisão, fotografias, revistas de circulação global, os valores, gostos, começaram a se difundir pelo mundo, e um dos maiores difusores do movimento de liberdade foram os hippies.

O que faziam os Hippies?

Os hippies se opunham a todos os valores considerados importantes na sociedade, como o trabalho, o nacionalismohippies11 etc.
Eles não foram os únicos difusores da nova cultura, o Rock também foi.

O que o Rock Fez?

Diferente dos hippies que viviam na paz e no amor, o rock fez o jovem ser Rebelde e lutar por aquilo que ele queria.
Viver intensamente, era isso que o rock também falava, aproveitar a vida o máximo possível, por que todos vão morrer algum dia mesmo.
600px-the_fabsAs famílias já não conseguiam segurar seus filhos pois todos os meios de comunicação diziam que “SER REBELDE E O QUE HÁ”
Novos estilos de roupas, surgiram, roupas mais apertadas, mais ousadas, e o Jeans.


Mas até as roupas se revolucionaram?

Antes da contracultura as roupas determinavam cada nação,monroe_jeans cada país tinha sua maneira de vestir.
Porém, os meios de comunição estavam em nível mundial, quase todo mundo tinha uma televisão, um rádio, via uma revista, bom, a cultura de cada país se desfez, o jeans começou a ser usado por mulheres, o vestido foi deixado para trás, os homens começaram a usar shorts, ai foi o ponto decisivo, toda a historia foi mudada, o tanto é que hoje as roupas são quase iguais em todos os lugares.

O capitalismo foi a chave principal dessa revolução.

Você deve ta ai perguntando:
O QUE ISSO TEM A VER COM A REVOLUÇÃO CULTURAL.

Antes dessa revolução o jovem vivia de forma neutra, comprando apenas coisas básicas.
Porém, contudo, todavida, com essa contracultura, revolução cultural, o jovem ganhou mais produtos no mercado, como DISCOS, como ROUPAS REBELDES, etc, etc, etc.
E graças a essa revolução hoje o Jovem e considerado uma das maquinas de MAIOR CONSUMO.

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Traduzindo Tudo que foi escrito.


A revolução Cultural de 60 ou também a contracultura, foi uma revolução marginal que fez os jovens passarem de quase adultos para … JOVENS.
Se seus professores, pais, tios, falarem para você:
– VOCES NÃO TEM LIMITES.
Diga que foi graças a eles, por que provavelmente eles também participaram dessa revolução.


=D

Guerra Fria:A Corrida Tecnológica

•23/04/2009 • Deixe um comentário

EUA x URSS

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A Corrida Armamentista


Terminada a Segunda Guerra Mundial, as duas potências vencedoras dispunham de uma enorme variedade de armas, muitas delas desenvolvidas durante o conflito.

Tanques, aviões, submarinos, navios de guerra constituíam as chamadas armas convencionais. Mas o grande destaque eram as chamadas armas não-convencionais, mais poderosas, eficientes, difíceis de serem fabricadas e extremamente caras. A principal dessas armas era a bomba atômica. Só os Estados Unidos tinham essa arma, que aumentava em muito seu poderio bélico.
A União Soviética iniciou então seu programa de pesquisas para também produzir a bomba atômica, o que conseguiu em poucos anos. Mais pesquisas foram sendo feitas, tanto para aperfeiçoar a bomba atômica quanto para produzir novas bombas. Em pouco tempo os Estados Unidos fabricaram a bomba de hidrogênio, seguidos pela União Soviética.

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Essa corrida armamentista era motivada pelo receio recíproco de que o inimigo passasse à frente na produção de armas, provocando um desequilíbrio no cenário internacional. Se um deles tivesse mais armas, seria capaz de destruir o outro.

A corrida atingiu proporções tais que, já na década de 1960, tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética tinham armas suficientes para vencer e destruir todos os países do mundo.

Corrida Espacial

A corrida espacial teve início Durante a Guerra Fria, guerra essa em que a «paz era impossível e a guerra improvável». Tal clima de medo, posso até arriscar a dizer de terror, criava uma constante necessidade de os países se tentarem demonstrar superíores ao nível de vários sectores, sendo essa a razão pela qual os EUA e a URSS deram início á corrida espacial.

A disputa entre Estados Unidos e União Soviética (URSS) pela conquista do espaço foi o grande impulso para a exploração espacial. Resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos, além de descobertas importantes.

Em 1957, a URSS partiu em vantagem, lançando o Sputnik 1, o primeiro satélite artificial a entrar em órbita. Uma semana depois, foi lançado o Sputnik 2, com a cadela Laika, tornando se assim o primeiro ser vivo a ir para o espaço.

Os EUA tinham menosprezado a eficácia soviética pois existia a noção, enraisada em toda a América, de que não só os americanos constituíam a vanguarda tecnológica do Mundo como a de que o povo soviético era particularmente atrasado em termos tecnológicos. Em plena Guerra Fria, e com este acontecimento, os americanos sentiram-se humilhados e vulneráveis até que, em 1958, os EUA reagiram com a criação da NASA, responsável pelo programa espacial do país.

Nesse mesmo ano foi lançado o primeiro satélite artificial americano, o Explorer 1.

A partir de 1960, o principal objectivo das viagens espaciais passou a ser a ida do homem ao espaço.

Novamente a União Soviética sai em vantagem, em 1961, com a viagem tripulada por Iuri Gagarin na cápsula espacial Vostok 1.

A viagem durou uma hora e 48 minutos e percorreu cerca de 40 mil quilómetros em volta da Terra numa única órbita.

Como que se de um contra ataque se trata se, em 1962, os americanos enviaram John Glenn para o espaço.

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Surgiu então o projecto soviético para enviar o homem à Lua que começou com a nave Soyuz 1 e mal tomaram conhecimento, os Americanos iniciaram a missão Apollo. A principal missão do Projecto Apollo era levar homens à Lua e trazê-los de volta a salvo, mas a possibilidade de não dar certo era tão grande que o presidente dos EUA, Richard Nixon, já tinha um discurso pronto para cada uma das situações: o sucesso ou o fracasso da operação.  Felizmente a operação foi bem sucedida e os americanos os primeiros a chegar á superfície lunar em 20 de Julho de 1969, quando o módulo lunar Eagle, da nave Apollo 11, pousou em solo lunar, e o primeiro homem a pisar a Lua, Neil Armstrong deu fim à corrida espacial.

A famosa frase do astronauta, mal pisou o solo lunar, tornou-se célebre na História do século XX: “Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a Humanidade”.

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As viagens à Lua começaram bem antes das viagens a Marte e foram símbolo do domínio mundial americano, já que o contexto era o da Guerra Fria, na qual EUA e União Soviética disputavam o poder político e económico.


A Indústria cultural

•27/03/2009 • Deixe um comentário

Indústria cultural é o nome dado a empresas e instituições que trabalham com a produção de projetos, canais, jornais, rádios, revistas e outras formas de descontração, baseadas na cultura, visando o lucro.

 Sua origem se deu através da sociedade capitalista que transformou a cultura num produto comercializado. A principal forma cultural construída por essas indústrias é a televisão, que ensina e forma indivíduos cada vez mais cedo.

Nela podem-se observar diferentes temas e culturas expostas a qualquer horário e idade. Os conteúdos nela existentes possuem mensagens subliminares que conseguem escapar da consciência, o que tende a provocar alienação.

Diante disso, pode-se perceber este meio cultural como um produto bom que é capaz de mostrar conteúdos reveladores e contribuir para o desenvolvimento humano e um produto ruim capaz de alienar uma pessoa, levando-a a pensar e agir como lhe é proposto sem qualquer tipo de argumentação.

No Brasil, a indústria cultural não é homogênea, pois foca temas, assuntos e culturas estrangeiras no lugar de ensinar e incentivar o interesse sobre a história e as tradições do próprio país. Infelizmente, a triste realidade brasileira é que são focados apenas objetos de compra e venda e não a propriamente cultura no qual esta se propunha. A produção realizada pela indústria cultural é centralizada no interesse lucrativo, o que impõe um determinado padrão a ser mostrado que transforma o espectador numa pessoa de crítica rebaixada e de mente narcotizada.

Mídia

•20/03/2009 • Deixe um comentário

Influência da Mídia nos tempos modernos

Primeiramente, o que é Mídia? Mídia é todo meio de comunicação ou informação destinada a população em geral, podendo variar para mídia impressa, televisiva, radialista, entre outras.

A principal razão da mídia ser tão “importante” para a sociedade é a influência que ela exerce sobre os cidadãos . Podendo modificar seu modo de ser , a mídia sugere como uma pessoa deve “viver”.

A principal influência da mídia sem dúvida é consumismo que “obriga” as pessoas a comprarem um certo objeto. Na maioria das vezes sem que a pessoa esteja necessitando do mesmo.

Definindo:

“Consumismo é o ato de comprar produtos e/ou serviços sem necessidade e consciência. É compulsivo, descontrolado e que se deixa influenciar pelo marketing das empresas que comercializam tais produtos e serviços. É também uma característica do capitalismo e da sociedade moderna rotulada como “a sociedade de consumo”.

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Hoje com a influência da mídia televisiva , as pessoas tendem a copiar o modo de ser dos personagens da TV. Perdendo as suas próprias características, se tornando o que elas não são. Se tornando “Pessoas Etiquetas”

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Sem dúvida a mídia e uma das mais beneficiadas pela globalização, que une os meios de comunicação, deixando a circulação de informação muito mais rápida e dinâmica.


Definindo:

A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, com o barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX e início do século XXI. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. O processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos.

Paulo Freire

•19/03/2009 • Deixe um comentário

Paulo Freire

Paulo Freire (Recife, 19 de setembro de 1921São Paulo, 2 de maio de 1997) foi um educador brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história dapaulo_freire11 pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.

A Pedagogia da Libertação

Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB).

No entanto, a obra de Paulo Freire ultrapassa esse espaço e atinge toda a educação, sempre com o conceito básico de que não existe uma educação neutra: segundo a sua visão, toda a educação é, em si, política.


Não existe processo educacional neutro.  A educação ou funciona como um instrumento para facilitar a integração das gerações na logica do sistema atual e assimilar conformismo, ou se transforma na prática da liberdade, a maneira de fazer homens e mulheres lidarem criticamente com a realidade e descobrirem como participar na transformação de seu mundo.’

Paulo Freire

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Louis Althusser

•13/03/2009 • Deixe um comentário

Louis Althusser e os AIE (Aparelhos Ideológicos do Estado)


Filósofo francês, nascido na Argélia. Cristão pela sua família e educação, em 1948 ingressa no Partido Comunista. Nesse mesmo ano inicia a sua carreira acadêmica como professor. Trabalha durante vários decênios na École Normale de Paris, onde reside, e onde, num 2902419540_cc9f4c534a_oarrebatamento de loucura, mata a esposa. Passa os seus últimos anos recolhido num sanatório. Após a sua morte aparecem textos autobiográficos que dão fé da sua doença mental e insinuam uma dolorosa contradição íntima entre a sua educação cristã e a teoria marxista, de que é eminente estudioso, analista e reformista.

Althusser é um dos principais estudiosos do marxismo. Para desenvolver a teoria marxista utiliza como método de análise o estruturalismo. Num primeiro tempo, as suas preocupações centram-se nos fundamentos e métodos da investigação.

A tradição marxista  (Karl Marx) concebe o estado como um aparelho repressivo, que permite às classes dominantes assegurar a sua dominação sobre a classe operária, extorquindo desta última a mais-valia. O Estado é, antes de qualquer coisa, o Aparelho de Estado, termo que compreende não somente o aparelho especializado, mas também o exército (que intervém como força repressiva de apoio em última instância), o Chefe de Estado, o Governo e a Administração, definindo o Estado como força de execução e de intervenção repressiva a serviço da “classe dominante”.

Althusser e a Educação – O Aparelho Ideológico de Estado escolar

No passado, o número dos Aparelhos Ideológicos de Estado era maior, sendo a Igreja o dominante, reunindo funções religiosas, escolares, de informação e de cultura. A Revolução Francesa resultou não apenas na transferência do poder do Estado para a burguesia capitalista comercial, resultando também no ataque ao Aparelho Ideológico de Estado número um – a Igreja -, substituída em seu papel dominante pelo Aparelho Ideológico de Estado escolar. Na verdade, enquanto o Aparelho Ideológico de Estado político ocupava o primeiro plano no palco, na coxia o Aparelho Ideológico de Estado escolar foi estabelecido como dominante pela burguesia.

A escola se encarrega das crianças de todas as classes sociais desde a mais tenra idade, inculcando nelas os saberes contidos da ideologia dominante (a língua materna, a literatura, a matemática, a ciência, a história) ou simplesmente a ideologia dominante em estágio puro (moral, educação cívica, filosofia). E nenhum outro Aparelho Ideológico de Estado dispõe de uma audiência obrigatória por tanto tempo (6h/5dias por semana) e durante tantos anos – precisamente no período em que o indivíduo é mais vulnerável, estando espremido entre o Aparelho Ideológico de Estado familiar e o Aparelho Ideológico de Estado escolar.

Segundo Althusser, raros são os professores que se posicionam contra a ideologia, contra o sistema e contra as práticas que os aprisionam. A maioria nem sequer suspeita do trabalho que o sistema os obriga a fazer ou, o que é 1357584369_9f7d25e715_bainda pior, põem todo o seu empenho e engenhosidade em fazê-lo de acordo com a última orientação (os métodos novos). Eles questionam tão pouco que pelo próprio devotamento contribuem para manter e alimentar essa representação ideológica da escola, que hoje faz da Escola algo tão natural e indispensável quanto era a Igreja no passado.

Althusser tradicionalmente se afirmava como marxista, mas seu modo de pensar a educação também pode ser enquadrado na perspectiva funcionalista-durkheimiana, já que em Althusser a educação tem uma papel tão fundamental quanto em Durkheim. Mas enquanto este último analisa a conservação do “equilíbrio social”, Althusser busca a ruptura, a revolução. Para Althusser, o papel da educação e suas operações são determinados fora dela, na base econômica da sociedade – perspectiva um tanto próxima a da de Bourdieu embora este último tenha incluído a especificidade da reprodução do capital simbólico.

Escola serve para alguma coisa?

•07/03/2009 • 1 Comentário

Escola

Essa é uma das perguntas que todos com certeza já fez algum dia.
Qual o sentido da escola, para que serve ela?
A escola tecnicamente serve para FORMAR UM CIDADÃO.
Porém não é o que acontece
Hoje nos deparamos com escolas desestruturadas, materiais obsoletos, e professores despreparados para a realidade do aluno.

Eu quero que você pense na seguinte frase, que a maioria dos alunos já disse:
‘PARA QUE, QUE EU VOU USAR ISSO?’
Todos, algum, dia já disseram isso, por exemplo:
Eu quero me formar em Historia, para que eu preciso aprender Matemática?
Eu quero me formar em Administração, para que eu preciso aprender Arte?
Eu quero me formar em Advocacia, para que eu preciso aprender a Química ?

E assim sucessivamente.

Qual a importância de aprendermos tudo?

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Alguns dizem que na teoria é para atingirmos a Universalidade, conhecer sobre artes, ciências ou seja tudo, como nosso amigo Leonardo da Vinci, mas então você se pergunta:
– Eu não sou um gênio, eu nem sei ao menos o que é uma Célula Procarionte, não sei quais são os climas brasileiros nem a vegetação, não sei em qual ocasião usar o movimento uniforme, nem ao menos eu decorei a formula, e para falar a verdade, eu não sei nem quais são os 3 poderes e pra que servem eles.
Vou dizer a verdade do significado de agente aprender sobre tudo, serve simplesmente para agente PASSAR NO VESTIBULAR. É quem não quer o vestibular, simplesmente para esquecer, essa e a verdade, depois que terminar a escola, e passar em um vestibular, eu não irei mais conjugar verbos, eu não irei mais fazer a formula de baskara, eu não vou me importar se o inglês e a língua mais importante, eu vou seguir área que eu quiser, se eu escolher letras, eu não vou mais ver nada de matemática química física biologia, se eu escolher matemática eu não vou ver mais nada de português geografia historia inglês, e assim vai seguindo, hoje podemos dizer que a escola serve para o vestibular e mais nada.

Então, qual séria o modelo para que a educação não seja “vaga”?

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A atualidade, e disso que agente precisa aprender, por exemplo Machado de Assis foi um dos maiores poetas do passado, mas, quem e o maior poeta da atualidade?
Mendelev organizou a tabela periódica a muitos tempos atrás, mas, e os novos elementos? Eles serão úteis, eles mudarão alguma coisa?
Newton formulou 3 leis, porém elas são úteis hoje, elas vão me ajudar a compreender algo realmente revolucionário.

Para que aprendermos coisas antigas, se poderíamos a aprender, e mesmo, criar novas coisas, esse e o modelo que não só o Brasil mas todos os países do mundo deveriam basear.

Por: Igor